Durante o dia seguinte, na sexta, trabalhei sonhando com o que eu tinha vivenciado na noite anterior. Volta e meia me pegava lembrando, isso era o suficiente para me deixar excitado, muito excitado. Meu membro totalmente ereto por baixo da roupa, sentado na mesa do escritório pra disfarçar o volume me escondendo ao máximo.
Próximo do horário de almoço, resolvi mandar mensagem pelo aplicativo de mensagens torcendo pra ser correspondido.
Kelly logo me chamou pra uma chamada de vídeo, atendi e saí do escritório caminhando até o carro em busca de privacidade.
Entrei no veículo e começamos a conversar vendo um ao outro, ela deitada na cama provavelmente relaxando após alguma tarefa, como eu já sabia, estava linda usando uma blusa, uma das alcinhas caída para fora ao lado do ombro quase mostrando o seio esquerdo, o cabelo lindo forrando o travesseiro com a penugem preta acastanhada, os olhos castanhos penetrantes me olhando com um olhar de desejo, dava pra sentir a tensão que rolava, os olhares que ela me dava parecendo um chamado, eu tinha caído no feitiço do desejo que eu sentia por ela e que crescia a cada instante.
A conversa ficou bem interessante com ela me mostrando deitada, morrendo de calor vestindo apenas a blusinha e um pequeno short que mais parecia uma calcinha, a imagem me deixando ainda mais animado, as coxas roçando uma na outra com os pelinhos dourados dando um charme, o volume erguido da boceta, um monte carnudo demarcando o short apertado.
Ela me perguntou onde eu estava, se estava perto da casa dela e se eu poderia ir até onde ela estava, pois estava sozinha. Eu até gostaria muito, mas não poderia naquele momento porque estava indo para um almoço de negócios com clientes, mas ainda tinha um tempo livre e mostrei como eu estava excitado ao vê-la, usando tão pouca roupa pela tela do celular.
— Se você quiser, eu tiro!
"Foi suficiente!"
Eu logo pedi pra ver, ela também me deu ordens para abrir a calça, mostrar o quanto eu estava animado. Tirei o membro pra fora segurando pela base com a mão, balançando pra ela ver o quanto meu pau estava duro feito ferro, louco pra sentir a boca dela mais uma vez — que loucura isso — minha cabeça estava a mil, cheio de desejo, meu corpo sendo bombardeado de prazer, vendo ela deslizar a mão pelas pernas, tirando o short ficando totalmente nua.
— Quero você aqui!
A mão massageando levemente, entre os lábios carnudos com movimentos precisos, enfiando um dedo, depois outro, chupando em seguida sentindo o próprio gosto. Meu líquido pré-gozo já saia melando toda a cabeça da rola indicando que estou chegando ao fim, parei os movimentos de vai e vem, fiquei observando ela enfiando os dedos na boceta pela tela do celular.
— Fica de quatro.
Eu pedia, ela logo atendia.
Apoiou o telefone na cabeceira da cama, em cima do travesseiro, de quatro estava enfiando os dedos de forma cadenciada, um depois dois e até três. Voltando a deitar de barriga pra cima com a boceta direcionada para a tela se mostrando pra mim.
Uma mão massageava o clitóris com os dedos enfiados, tirava os dedos e chupava gozando loucamente me mostrando como ela estava excitada, como gosta de ser fodida. Meu tesão estava prestes a explodir sem ao menos me tocar, só em observar meu corpo correspondia ao prazer dela, eu precisava gozar, aliviar o tesão reprimido, ouvindo ela gemer brincando com o próprio corpo, ela se tocando pra mim, o lençol melado de gozo e gemendo gostoso me chamando.
— Vem, gostoso… vem me foder!
Os dedos penetrando com força, os outros circulando com gosto aquele ponto mais sensível que toda mulher tem, se oferecendo pra mim num jeito safada que é só dela. Num susto meu telefone tocou, em uma outra chamada.
Atendi, era o pessoal desmarcando o almoço.
Encarei isso como um sinal para ir até onde ela estava, saciar a sede, a fome do prazer que me consumia. Avisei a ela que poderia sim ir até ela naquele momento, ela logo afirmou que estava me esperando ansiosa.
Continua...