Liguei o carro e saí dirigindo apressado, com pressa de chegar e minha sede saciar. Parei no caminho, entrei no mercado para comprar frutas, doces, leite condensado, leite e pimenta. — vou colocar minha fantasia em ação — paguei tudo apressado, voltei ao carro e fui até ela. Estacionei um pouco afastado da casa, na mesma rua, fui caminhando o restante do caminho de pau duro por saber o que esperava por mim.
Não toquei a campainha como ela tinha pedido, liguei no telefone para ela vir abrir o portão. Kelly abriu o portão me puxando rápido pra dentro, me roubando um beijo gostoso cheio de tesão, agarrada no meu corpo, me abraçando com fogo e ardor. Usando apenas o shortinho minúsculo que havia mostrado pela chamada de vídeo, os peitos estavam totalmente à mostra, semi nua ou completamente exposta.
— Vem pro quarto.
Fomos com pressa, eu carregando a bolsa com as compras do mercado, acabei deixando no sofá — meu plano vai ter que ficar pra depois — pensava comigo. Ela me jogou na cama foi logo tirando a minha calça, puxando a cueca, foi logo subindo em cima de mim, iniciamos um delicioso meia nove, minhas mãos passeavam por todo seu corpo, a sua bunda linda em cima do meu rosto, enfiou meu membro na boca, chupando, com fome e gula, lambidas e mordidas me arrancando urros de prazer buscando forças pra suportar aquele boquete delicioso.
Comecei a acariciar de forma leve sentindo seu gosto agridoce escorrer nos meus dedos, eu buscando concentração sentindo ela me engolir todo, não aguentava mais segurar.
— Vou gozar na tua boca! Ah que delícia… chupa.
Ela nem me deu ouvidos, continuou a chupar como se fosse a última chupada da vida dela, meu corpo se retraiu inteiro sentindo que estava prestes a gozar, gemendo gostoso, segurei no quadril dela buscando apoio, ela foi aumentando a velocidade, saiu de cima de mim ao perceber que eu estava prestes a gozar, ficou de frente, enfiando a rola na boca com urgência. Gozei, gozei muito, o líquido derramado o gozo forte melando ela inteira, cabelo, rosto e boca. Kelly prontamente com a boca cheia foi engolindo tudo.
— Ah… isso, dá esse leite gostoso. — Kelly estalou a língua dentro da boca, me olhava falando com a boca cheia.
— Isso engole tudo! — Apoiei-me nos cotovelos enquanto admirava a cena à minha frente.
Com lascívia chupava na minha pica, puxando o membro todo em direção a base intensificando o tamanho da glande, com o gozo ainda respingando em jatos fracos, engolindo tudo sem deixar nenhuma gota cair a não ser na sua boca. Ela veio até mim, subiu beijando meu corpo, levantando a camisa, beijando o abdômen, os bicos dos peitos me causando arrepios maravilhosos. Beijou na minha boca ainda melada com o meu gozo, o meu gozo escorria pelo canto da boca a língua habilidosa beijando e chupando meu queixo, deslizando pelo pescoço.
— Vem me chupar todinha, chupa a minha bocetinha.
Por cima do short mesmo esfregava a língua sentindo como ela estava molhada, excitada, toda gozada com as carícias que fez anteriormente, ela esfregava a boceta na minha boca com força, fazendo pressão por cima do pequeno tecido encharcado, todo molhado, passei os dedos entre os lábios apertando com força fazendo ela arquear o corpo pra trás.
— Chupa essa pepequinha gulosa... tô louquinha pra sentir seu pau dentro dela. Aí, isso chupa gostoso vaiiii... uhummmm. Delícia!
— Deixa tirar esse short.
— Tira e chupa!
Ela levantou o quadril apressada, tirei a última peça de roupa deixando-a completamente pelada, o corpo lindo, quadril largo, a bunda empinada, a boceta lisinha toda depilada — que delícia — de quatro a bunda apontada em direção ao meu rosto, segurando na cabeceira da cama.
Pronta para uma penetração.
Encarando. Olhando pra mim, por cima do ombro.
Encostei a boca na boceta, a bunda na minha cara, eu passeava a língua fazendo pressão, enfiando dentro arrancando urros de tesão, deslizou a bocetinha na minha língua em deliciosos movimentos subindo e descendo, pressionando o clitóris com uma das mãos. De imediato senti o gozo escorrer na minha língua ouvia os gemidos abafados.
Eu olhava pra ela agora deitado na cama com ela por cima, continuei chupando vendo os bicos durinhos dos seios bem arrebitados apontando para frente, apertava-os com uma das mãos. Senti seu corpo tremer mais uma vez, sua voz engrossar, gemidos sofridos prova de mais um belo gozo que estava a experimentar.
— Tô gozando… não para. Hum… isso! — Eu estava pronto novamente, o pau duro pulsando apontado pra cima esperando por ela.
— Vem, gostoso… vem me foder!
— Senta nessa pica.
Ela desceu pelo meu corpo, segurou no membro duro e lentamente ela enfiou tudo na boceta, ficou um tempo rebolando bem devagar sentindo o meu tamanho se acostumando, segurou nas minhas mãos buscando apoio para foder intensamente a boceta, estava totalmente molhada subindo e descendo em movimentos lentos, me olhando com fome e desejo. Sentido meu pau entrar e sair até certo ponto para logo entrar de novo, movimentos gostosos que ela se encarregava de fazer, fui segurando na cintura com gosto de me enfiar todo de uma vez.
— Humm, que pau gostoso! Como você é grande.
— Ah, como você é gostosa! Deixa eu enfiar todinho.
— Não! Deixa assim devagarinho.
Kelly voltou a massagear o clitóris com a mão, esfregando com delicadeza enquanto meu pau entrava e saía, no início devagar, outrora com agonia. Eu a penetrava com gosto, com tesão.
Sentindo o gosto do beijo, a sua língua quente, doce e saliente se enfiando na minha boca, o pau latejando, pulsando, socado, todo enfiado numa fissura eloquente enfiado em sua entrada, preenchendo-a completamente. Kelly se apoiava nos pés numa bela sentada no meu membro, segurava no meu abdômen para não desequilibrar, agora não tinha mais a lentidão, muito pelo contrário tinha pressa em sentir eu dentro dela, a boceta dela engolindo todo o meu membro teso.
O impacto dos corpos ressoavam num barulho estalado, ela não aguentou por muito mais tempo voltando a sentar agora com as mãos empurrando sobre meus peitos numa bela cavalgada. Tinha habilidade na montaria, ela descia e subia com volúpia, segurei ela por um momento, apoiei meus pés e dominei a penetração fui rápido e forte arrancando gemidos de prazer dela.
— Vou gozar, fode… fode vai hum vai… aí que pau gostoso.
Suas palavras elevaram meu ego, causando um prazer surreal me levando ao máximo, mas fiquei sem forças por um momento de tão intenso que faziamos aquele sexo vigoroso. Ela logo encarregou-se de continuar, agora virada de costas pra mim, pude contemplar eu entrar e sair dela, toda gostosa cavalgando em mim.
O sexo foi rolando de forma natural, mudamos de posição algumas vezes e eu já sabia, sentindo que estava prestes a explodir mais uma vez num gozo indescritível, o gozo dela escorria pela extensão do meu pênis seu corpo queimava de tesão.
— Fica de quatro. Quero te ver mais um pouco. — ela logo fez o que pedi.
Toda linda empinada à minha espera, muito gostosa, eu a admirava. Numa única estocada me enfiei nela com avidez. Tudo de uma vez. Os movimentos e a velocidade que eu a penetrava deixavam claro que eu não resistiria por mais tempo, sentia que precisava gozar. Tirei meu pênis de dentro dela e derramei todo meu gozo na bunda dela, escorria pelas costas. Caí na cama exausto, ficamos deitados, ela deitou sobre meu peito com nossas pernas entrelaçadas, ela sentindo minha respiração forte.
— Uau, parece que hoje foi melhor do que ontem. — eu disse.
— Sim, bem melhor. No momento que te vi só eu sei o que senti.
— E o que foi?
— Uma atração irresistível.
— Também senti ao te olhar nos olhos — de repente escutamos a porta da sala abrir num ruído entregador.
— Pega suas coisas e se esconde no banheiro. — ela ordenou enquanto vestia a pouca roupa dela, eu sai pelado com as roupas e sapatos nos braços.
Fiquei imóvel dentro do banheiro aguardando ela voltar e tranquilizar o clima de preocupação. A demora só aumentava a tensão e o medo, eu estava muito nervoso. Passei uma água no rosto aliviando o suor que escorria pela face. Ela logo apareceu e acalmou tudo, explicou que era a tia dela, mãe da Fabiana e que não demorava a sair pois tinha coisas pra fazer e voltaria a trabalhar, mas estranhou as compras no sofá, ela explicou que tinha comprado no mercado e tinha acabado de chegar um pouco antes.
— Melhor você ir antes que chegue alguém. — O medo em ambos era autêntico.
— Mas tudo certo, amanhã?
— Claro! Não vejo a hora de dá pra você mais uma vez.
Trocamos mais um beijo rápido e fui direto para casa tomar um bom banho. A cabeça ainda a mil. Assim que cheguei fui direto para o banheiro, acabei aliviando a tensão com uma deliciosa punheta.