Era quase meia-noite quando Eduardo e Mariana chegaram ao bar. O lugar estava lotado, com luzes pulsantes, música alta e uma energia elétrica no ar. Mariana, em seu vestido preto curtíssimo e justo, parecia brilhar sob a escuridão.
O tecido delineava perfeitamente seu corpo definido, destacando os seios fartos, mas firmes, um deles que insinuava o piercing no mamilo sob o decote profundo, nas costas completamente à mostra e a cintura acentuada, parte da bunda quase mostrando além do que devia. Eduardo, elegante em seu traje sob medida, não escondia o orgulho em exibir a namoradinha.
Depois de algumas rodadas de drinks, Mariana levantou-se da mesa.
— Vou ao banheiro. Já volto.
Eduardo apenas sorriu e acenou com a cabeça. Ele sabia que, sozinha, Mariana era como uma isca para olhares famintos. Um deleite ao olhar faminto dos outros homens ali presente com suas acompanhantes, que ao olhar a mulher que passava, as matam de inveja e ódio. Seu coração batia mais rápido com a expectativa do que poderia acontecer naquela noite, naquele lugar.
Ao entrar no corredor que levava aos banheiros, Mariana sentiu um par de olhos fixos nela. Virou-se levemente e viu um homem alto, forte, com pele negra reluzente sob as luzes coloridas. Ele a encarava sem disfarçar, com um sorriso confiante que parecia dizer que não estava ali apenas por acaso.
Quando ela passou por ele, o homem seguiu-a de perto, até que a alcançou antes que entrasse no banheiro feminino.
— Você está sozinha? — ele perguntou, a voz grave ecoando pelo corredor.
Mariana hesitou, a timidez natural lutando contra o calor que subia por seu corpo, tomando conta de suas forças. Seu coração parecia querer explodir tamanha tensão.
— Não exatamente... — respondeu, mordendo o lábio inferior.
Ele deu um passo mais próximo, encostando-se levemente nela. Sua mão pousou em sua cintura, firme, mas não agressiva.
— Acho que você não se importa com companhia, não é?
Antes que ela pudesse responder, ele a empurrou suavemente contra a parede do corredor, inclinando-se para sussurrar em seu ouvido.
— Você é linda demais para ficar sozinha por aqui.
Mariana sentiu o corpo reagir antes mesmo de processar a situação. Seu coração disparou, e, embora tímida, ela não o afastou. Ao contrário, deixou que ele a guiasse para dentro do banheiro masculino, cuja porta estava aberta e o lugar vazio no momento.
Lá dentro, ele a encostou contra a pia, seus olhos devorando cada detalhe dela.
— Você gosta de ser admirada, não gosta? — ele perguntou, enquanto deslizava as mãos pela lateral de seu corpo, levantando o vestido curto para revelar a pele nua.
Mariana arfou, excitada e nervosa, mas também cheia de desejo. Do lado de fora, passos e conversas ecoavam, a porta do banheiro ficou entreaberta, permitindo que quem passasse pudesse vislumbrar o que acontecia. Alguns homens que perceberam a movimentação se aproximaram, fingindo usar os banheiros ao lado, mas seus olhares fixaram-se no que viam pela fresta.
O homem virou Mariana de costas, dobrando-a levemente sobre a pia. Ela sentiu o peso do olhar dele através do espelho e, ao mesmo tempo, a excitação de saber que alguém poderia estar assistindo. Seus gemidos baixos ecoavam pelo banheiro, misturando-se com o som distante da música do bar.
Do outro lado do corredor, Eduardo estava de pé, observando discretamente a cena pela fresta da porta. Ele viu Mariana se entregando e sentiu o sangue ferver, um misto de ciúme e excitação o dominando. Ele não interferiria — Aquilo era o que ambos haviam desejado.
Dentro do banheiro, os movimentos ficaram mais intensos, e os gemidos de Mariana tornaram-se impossíveis de disfarçar. As pessoas no corredor já sabiam o que acontecia e, embora fingissem seguir suas vidas, lançavam olhares curiosos e excitados para a porta entreaberta.
Quando tudo terminou, o homem deu um último sorriso a Mariana antes de sair, deixando-a sozinha para se recompor. Ela ajeitou o vestido, olhou-se no espelho e passou os dedos pelos cabelos para se arrumar. Ao sair, encontrou Eduardo encostado na parede, olhando para ela com um sorriso de cumplicidade.
— Então... foi bom? — Ele perguntou, com a voz baixa e provocativa. Mariana corou, mas seus olhos brilhavam de satisfação.
— Foi mais do que eu imaginava.
Eduardo segurou sua mão e a levou de volta para o bar. A noite ainda prometia, e ambos sabiam que aquela era apenas uma das muitas aventuras que se tornariam histórias que contariam juntos.
De mãos dadas, Mariana e Eduardo voltaram para a mesa no bar. O sorriso dela entregava a satisfação do momento, enquanto ele a observava com admiração. Eduardo não sentia ciúmes, apenas orgulho. Cada passo dado por Mariana naquele universo de fantasias parecia aproximá-los ainda mais, e ele adorava ser parte disso.
Mas, enquanto voltavam, algo unexpected aconteceu. O homem do banheiro, que agora estava no balcão com um grupo de amigos, encontrou os olhos de Mariana novamente. Ele não a deixava escapar de vista. Mariana sentiu um frio na espinha, não de medo, mas de excitação. Ela sabia que ele ainda queria mais, e a ideia não parecia absurda. Eduardo percebeu o olhar e deu um leve sorriso.
— Acho que ele não terminou com você, amor. — disse Eduardo, inclinando-se para sussurrar no ouvido dela. — Quer continuar com ele? Ou... com mais alguém?
Mariana hesitou, mas a tensão no ar era quase palpável. Antes que pudesse responder, um dos amigos do homem também alto, forte e com a mesma energia dominante aproximou-se casualmente da mesa. Ele puxou uma cadeira, sentando-se ao lado de Mariana sem pedir permissão.
— Então, vocês são mais interessantes do que eu imaginei. — disse o homem, olhando diretamente para Eduardo, que deu uma risada discreta.
Mariana, agora com dois homens claramente interessados nela e Eduardo assistindo com aprovação, sentiu o calor do momento subir novamente.
— O que você acha? — perguntou Eduardo, olhando nos olhos dela.
Ela mordeu o lábio inferior, lutando contra sua timidez, mas o desejo falava mais alto. Levantou-se da mesa, pegando a mão do novo homem e olhando para Eduardo.
— Você quer assistir... ou se juntar? — Eduardo deu um gole em sua bebida antes de responder.
— Hoje, só vou assistir.
Ela riu, puxando o homem para a pista de dança, onde o primeiro rapaz já os esperava. Os dois homens rodearam Mariana, seus corpos dançando com o dela de uma forma que deixava claro para todos no bar o que estava acontecendo. Os toques eram ousados, os olhares intensos.
Na pista de dança, Mariana estava cercada pelos dois homens. Os corpos deles pressionavam o dela, os toques cada vez mais ousados.
O primeiro, com quem ela havia estado no banheiro, mantinha as mãos firmemente em sua cintura, enquanto o outro deslizava as mãos pelas suas coxas, levantando discretamente a barra do vestido.
O clima entre eles era impossível de ignorar, e Eduardo, sentado no sofá do bar, observava cada movimento com atenção e prazer.
Mariana virou-se, encarando os dois homens. Sua respiração estava acelerada, o coração disparado pela combinação de desejo e ousadia. Ela lançou um olhar rápido para Eduardo, que ergueu sua taça em aprovação, um sorriso satisfeito nos lábios.
— Vocês vêm comigo? — ela perguntou, num tom que era quase um desafio.
Os dois homens não hesitaram. Mariana os conduziu para o mesmo corredor onde tudo havia começado, a tensão entre eles quase palpável. Desta vez, porém, ela os levou direto ao banheiro acessível, maior e mais reservado, trancando a porta atrás de si.
A atmosfera dentro do pequeno espaço era eletrizante. O primeiro homem, que já conhecia o corpo de Mariana, puxou-a para um beijo intenso, enquanto o segundo se posicionou atrás dela, deslizava as mãos pelo seu abdômen definido e pelo piercing no umbigo. Mariana suspirou, sentindo-se no centro de toda aquela atenção, como nunca antes.
Os dois homens começaram a explorar seu corpo ao mesmo tempo, cada toque intensificando o prazer que ela sentia. Ela não resistia; ao contrário, entregava-se completamente. O vestido foi retirado, revelando sua pele brilhante de suor e excitação, o piercing no mamilo reluzindo sob a luz fraca do banheiro.
Mariana estava entre os dois, cada um deles ocupando um espaço em seu corpo e sua mente. Eles se moviam em harmonia, compartilhando-a de uma maneira que ela jamais imaginara. Seus gemidos preenchiam o banheiro, e mesmo quem passava pelo corredor podia ouvir a intensidade do momento.
Eduardo, do lado de fora, estava completamente ciente do que estava acontecendo. Ele recusava-se a se aproximar; aquela era a noite de Mariana. Para ele, o maior prazer era saber que ela estava explorando cada desejo, exatamente como ele sempre sonhara. Quando finalmente saíram do banheiro, os cabelos de Mariana estavam desalinhados, mas seu rosto brilhava de satisfação. Os dois homens saíram antes dela, trocando olhares rápidos e cúmplices com Eduardo. Quando Mariana finalmente se aproximou do namorido, ele a puxou para perto, beijando-a na testa com carinho, arrumando seu cabelo em seguida.
— Foi como você imaginava? — ele perguntou, com um tom provocador. Mariana riu, ainda sem fôlego, mas completamente satisfeita.
— Melhor. Muito melhor.
Eles saíram do bar de mãos dadas, enquanto Eduardo sussurrava em seu ouvido.
— Mal posso esperar para ouvir todos os detalhes... para planejar a próxima vez.
A noite havia sido um triunfo. Não apenas para Mariana, mas para o casal, que sabia que ainda havia muito mais para explorar juntos.