Doces Contos

Conto Erótico

A recompensa fora da tela.

As semanas se passaram e a nossa rotina virtual parecia perfeita. Minha conta bancária nunca tinha estado tão saudável, e o meu prazer nunca fora tão explorado. Mas faltava algo. Faltava o toque real, o suor, a respiração quente no meu pescoço sem a mediação de uma tela.

Quando ele me avisou que viria à cidade no fim de semana e reservou uma suíte de luxo, o meu corpo inteiro estremeceu. O momento de transformar a fantasia virtual em carne e osso tinha finalmente chegado.

No sábado à noite, entrei na suíte usando apenas uma lingerie preta sob um sobretudo leve. Ele já me esperava. Ver aquele homem alto, de ombros largos e olhar dominante ao vivo me tirou o fôlego.

Ele fechou a porta, encostou o corpo no meu e segurou meu queixo com firmeza. A voz grossa ecoou bem perto do meu ouvido, exatamente como na câmera:

"Tire o casaco, deite na cama e abra as pernas para mim. Agora."

O tom de comando me arrepiou da cabeça aos pés. Eu não disse uma palavra. Apenas obedeci. Tirei o casaco, caminhei até a cama de casal, me deitei e me abri inteira para ele.

Ele se aproximou devagar, tirou a fivela do cinto com calma e ficou de pé ao lado da cama, me observando de cima.

"Que garota obediente... Olhe para mim enquanto eu te despir. Quero ver o tesão nos seus olhos."

Eu mantive o olhar fixo nele enquanto ele tirava a minha calcinha devagar. Quando ele se ajoelhou entre as minhas pernas e sentiu o quanto eu já estava encharcada, deu uma risada baixa e provocante.

"Você estava me esperando assim, tão molhada? Deite a cabeça no travesseiro, segure os seus seios e não se mexa até eu mandar."

Mais uma vez, cumpri a ordem sem hesitar. Puxei meus seios fartos com as mãos, sentindo os mamilos duros, e fechei os olhos por um segundo.

"Eu mandei olhar para mim, safadinha. Abra os olhos e geme bem alto pra mim."

Abri os olhos e o vi mergulhar a boca na minha buceta. A língua dele era quente, profunda e precisa. Gemi alto, sem vergonha nenhuma, deixando o som tomar conta do quarto. Ele me chupou até o meu corpo dar o primeiro espasmo de um orgasmo avassalador.

Antes que eu pudesse respirar, ele me puxou pelos quadris.

"Fique de quatro. Empine essa bunda grande como você fazia na webcam, mas dessa vez é a minha rola que vai entrar aí."

Posicionei-me de quatro na cama, empinei a bunda o máximo que pude e olhei para trás sobre o ombro. Quando ele se alinhou e me penetrou de uma vez, um grito arranhado saiu da minha garganta. O sexo foi pesado, ritmado, quente. Cada estocada funda vinha acompanhada de ordens no meu ouvido:

Eu obedecia bem comportada.

"Rebola para mim... Isso, engole tudo. E avisa quando for gozar."

"Eu vou... vou gozar, meu amor...", murmurei, perdendo o controle.

"Goza na minha rola, seja bem obediente."

Goza no pau putinha safada... eu tembém vou gozar... ah gostosa."

Gozamos juntos, em um encontro perfeito que superou tudo o que tínhamos feito pela tela.

Mais tarde, deitados e exaustos, com a minha cabeça apoiada no peito dele, ele acariciava meus cachos. Com um sorriso de canto de boca, ele me olhou e soltou:

"Você é perfeita obedecendo ordens ao vivo. O que você acha de trazermos aquela dinâmica de grupo da internet para o nosso próximo encontro? Tenho um amigo de extrema confiança que adoraria mandar em você comigo..."

Olhei para ele, sentindo um arrepio correr a minha espinha e a minha buceta me traindo pulsar na hora.

Dei uma risada provocante, passei a mão pelo peito dele descendo até o seu membro e sussurrei:

"Marque o dia e o horário. Você sabe que eu sou uma boa menina e sei obedecer..."

Ele segurou a minha mão firme sobre o membro dele, que já começava a dar sinais de vida novamente, e sorriu com aquele ar mandão que me enlouquecia:

"Então vamos fazer diferente. Em vez de eu vir até aqui, você vai viajar até a minha cidade no próximo fim de semana. Eu pago suas passagens, garanto a suíte e deixo tudo preparado para nós três. O que acha?"

A ideia de viajar para a cidade dele, ir ao território dele e me entregar a dois homens me deixou em êxtase imediato.

"Considere que já estou com as malas prontas", respondi, mordendo o lábio inferior.

"Ótimo. Mas como você foi tão boazinha hoje, não vou te deixar ir embora sem antes me dar mais uma gozada."

Ele me puxou para cima dele sem dar margem para discussão. Sentei no colo dele, me alinhei e engoli a rola dele devagar, sentindo cada centímetro preencher o meu corpo novamente. O segundo round foi ainda mais intenso, ritmado pelos nossos gemidos e pelo desejo incontrolável do que estava por vir no nosso próximo encontro.

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